Viajando na Navegao
Thursday, August 7th, 2008Projeto Aurora
A Adaptive Path est desenvolvendo um projeto com uma nova maneira de navegao, denomidado de Aurora
A Adaptive Path est desenvolvendo um projeto com uma nova maneira de navegao, denomidado de Aurora
Nada disso, o maior site do mundo é o Worlds Highest Website com 18,939 quilômetros de altura.
Brasileiro tem essa mania de dizer “do mundo”.
Pois é, um vô resolveu pensar no neto autista e fez um software com funcionalidades específicas.
John LeSieur trabalha com software e achou curioso o fato de os computadores parecerem inúteis para seu neto de seis anos, Zackary. O garoto tem autismo e tudo o que era apresentado pelo PC o confundia a ponto de ele jogar o mouse, como sinal de frustração.
LeSieur tentou encontrar ferramentas na internet que pudessem guiar seu neto pela web, mas não achou nada satisfatório. Foi então que ele decidiu criar um navegador, chamado Zac Browser For Autistic Children, em homenagem a Zackary. A ferramenta está disponível gratuitamente aqui.
O navegador simplifica a experiência de usar um computador. Ele bloqueia conteúdo violento, pornográfico ou inadequado para crianças, enquanto dá ênfase a games educacionais, vídeos, música e imagens de entretenimento (como um aquário), disponíveis em páginas de conteúdo gratuito. A idéia é reduzir o controle de crianças como Zackary, que se confundem quando encontram muitas escolhas.
O browser também desabilita itens “desnecessários” do teclado, como “Print Screen”, e inutiliza o botão direito do mouse. Isso elimina comandos que as crianças geralmente não precisam e também reduz as chances de criar insegurança entre os autistas.
Os usuários do Zac Browser selecionam atividades usando ícones maiores que os tradicionais. O programa também é configurado para que não exiba anúncios ou outras imagens que possam distrair o usuário. “Tentamos evitar sites complicados ou agressivos, porque o importante na navegação é a auto-estima. Se a situação não estiver sob controle, esses internautas ficam facilmente frustrados”, diz LeSieur.
Geralmente o autismo afeta a habilidade de comunicação das pessoas e Zackary não fala muito. Mas sua mãe, Emmanuelle Villeneuve, disse que o filho navega sozinho usando o browser especial. Ele ouve música e monta quebra-cabeças — atividades que ele já gostava no universo off-line, mas que não conseguia realizar on-line. Além disso, enquanto o garoto tem reações negativas contra a TV, ele não se manifesta da mesma maneira em relação ao computador.
Antes de mostrar o site, você precisa de uma simples Webcam e das suas mãos.
Quando fiz o teste no site também não acreditei muito e chega a ser estranho você usar a mão para navegar, quem olha, pensa que você é um louco ou está fazendo teste para ser Padre.
Site: http://www.hrp.com
Hoje tive uma notícia muito boa pelo blog da Carol Leslie, que praticamente começaram as inscrições para o EBAI, para quem foi no ano passado sabe que vale muito cada centavo gasto. São apresentações de alto nível sobre Arquitetura de Informação, Design de Interação, Usabilidade e Ergonomia.
A 2º edição do EBAI vai acontecer nos dias 17 e 18 de outubro em São Paulo e já está aberta a Chamada de Trabalhos.
Reserve a data!
Esse ano teremos novamente a Jump Education na realização do EBAI e o apoio científico do Núcleo de Design de Sistemas Virtuais Centrados no Usuário da ECA/USP.
A Chamada de Trabalhos (Call for Papers) já está aberta. Você pode enviar seu trabalho até 13/07.
- Qual a sua profissão mesmo? E o que faz um Arquiteto de Informação?
Pensando nisso, Sílvia Melo, ex-companheira de trabalho e Arquiteta de Informação da Agência Click, resolveu criar um concurso cultural para saber como seria a sua resposta quando isso acontecer. Pra mim foi uma excelente idéia, parabéns para os Clickeiros.
Realmente parece ser fácil responder essa questão, mas não é tão simples assim, já começa pelo simples fato deles acharem que trabalhamos com computador, informática, quando na verdade o foco é comunicação.
Como disse neste post (EBA! EBA! O EBAI foi excelente) durante a primeira conferência de Arquitetura de Informação no Brasil onde tinha Arquitetos de alto nível e mesmo assim não conseguimos definir qual seria a definição de Arquitetura de Informação.
Estava inspirado no dia e respondi o texto abaixo, mas lendo depois, ficou muito grande.
Depende muito de o interlocutor ter uma noção de Internet, com isso explicaria de duas maneiras diferentes de acordo com a pessoa:
»SEM NOÇÃO DO QUE É INTERNET (ex.: minha vó):
- Sou Arquiteto de Informação vó, vou te explicar de outra maneira o que faço e a senhora vai entender.
- Hoje, por exemplo, podemos dizer que a Arquitetura do Natal está ótima.
- Temos os usuários, público-alvo que é a nossa família e amigos próximos, talvez este momento não fosse muito adequado para judeus que não comemoram o Natal.
- Temos um conteúdo, que são os presentes, árvore, músicas natalinas, pisca-pisca, comidas e bebidas típicas.
- Por fim vó, não podemos esquecer do contexto que é Natal, nascimento de cristo, troca de presentes, Papai Noel, aquele espírito natalino. Seria muito estranho fazer uma festa de Natal no contexto de uma festa junina.
- Então Vó, eu faço isso, só que em um site para Internet.
»COM NOÇÃO DO QUE É INTERNET (ex.: meu primo):
- Junior, Eu sou Arquiteto de Informação, faço toda a inteligência de um site, organizo e classifico o conteúdo, faço uma navegação adequada rápida e precisa, rotulo algumas informações e crio uma busca eficiente e que tenha uma boa classificação. Tudo isso pensando sempre no Usuário, Contexto e Conteúdo.
- Porém, tenho algumas “pseudo-profissões”, alguns dizem que sou Advogado, afinal sempre sou o defensor do usuário em relação ao Site.
- Outros falam que sou Analista de TI, por ter que entender um pouco de tecnologia e suas possibilidades e restrições.
- Um dia me chamaram de Designer, afinal, crio interfaces e faço alguns “desenhos” para o Diretor de Arte fazer o projeto gráfico final.
- Na outra empresa onde trabalhava disseram que eu era Biblioteconomista com foco digital, afinal tinha que organizar tudo.
- Uma vez conversando com um Engenheiro, ele me disse que tinha a mesma profissão que ele, porém o alvo era o meio digital. Falou-me que minha profissão tinha que fazer “engrenar” conteúdo, usuário e cliente, assim como na engenharia.
- Já o Arquiteto Civil não concordou e disse que tudo que eu fazia era totalmente ligado a Arquitetura.
- Na agência já perguntaram se era Analista de Marketing ou Publicitário, afinal trabalho muito em conjunto com essa área.
- Quando fui trabalhar na agência, a redatora de conteúdo perguntou se era Jornalista, pois tinha que levar a informação para o usuário de maneira relevante.
- Já a diretor de TI perguntou se eu era Ergonomista, falou que teve essa matéria quando ele fez Ciência da Computação e tinha muita coisa de Usabilidade que eu fazia.
- Depois de tudo isso, fui procurar um Psicólogo e depois de muita conversa, ela pediu para eu descrever o que fazia. Expliquei e como resposta tive a seguinte frase: “Que bacana, então você também é um Psicólogo, vejo que você tem que entender muito de comportamentos dos usuários e ajuda-os a solucionar.”
- Então primo, eu faço tudo isso e mais um pouquinho, mas denominaram que sou Arquiteto de Informação.
(UFA, ACABOU =D)
O 1º Workshop de Arquitetura de Informação, Acessibilidade e Usabilidade (W.a².i.u) foi organizado pelo Alexandre Formagio da Agência Infinito Digital em conjunto com a Impacta para divulgar o curso de pós-graduação em Arquitetura de Informação.
Como sempre, a palestra da especialista em usabilidade, jogabilidade, marketeira e professora Amyres Fernandez foi ótima trazendo novidades de um futuro não distante do mundo de Design da Interação.
Realmente o Fred é doido em suas palestras e acaba interagindo muito com o público, apesar que ainda esperava mais, pareceu mais um apanhado rápido de informações sobre Design de Interação mais alguns vídeos.
A primeira palestra foi a do MAQ que é deficiente visual e falou como começou a trabalhar na área de informática e depois entrando no mundo da acessibilidade.
O Horácio detalhou mais sobre as oportunidades de se fazer não só um site acessível, mas qualquer interface digital.
Também uma das integrantes da AcessoDigital.net mostrou na prática como um cego interage com a internet (no caso foi um ppt, a net não funcionou)usando o software leitor de telas JAWS da Microsoft, lembrando que ela teve que reduzir 3 vezes a velocidade do som, o que para ela é normal, para o público conseguir entender e depois mostrou o vídeo que a Acesso criou sobre Acessibilidade.
Pra mim foi uma palestra um pouco básica para o ótimo profissional que é o Bruno, achei um pouco de substimou os participantes, ele deveria ter dado foco em acessibilidade para web e não em padrões para web.
Palestra ministrada pela Carol Leslie e a mineira Lu Cattoni (foto) foi uma abordagem da definição de AI que não conseguimos definir no EBAI (rs) mas elas trouxeram algumas definições bem bacanas, claro que eu e até elas são questionaveis. Falaram também da importancia, processos e mitos da AI em projetos Web.
Não podemos nem comparar os dois eventos, para mim um é complemento do outro, o EBAI era voltado para profissionais com conhecimentos mais sólidos em Arquitetura de Informação e o WAIU foi mais para quem está começando na
área.
Como em todos os eventos, encontrei figuras como Luciana Ribeiro da TV1.com, Tiago Ayer e Karen Fornari da Simples Consultoria, que desta vez manteve o mesmo visual =).
O Ebai foi realizado entre os dias 19 e 20 de Outubro em São Paulo. Foi o primeiro evento de Arquitetura de Informação no Brasil, a idéia surgiu no começo deste ano quando a Carol Leslie voltou do IA Summit, que é a maior conferência de Arquitetura de Informação do Mundo.
Idéia interessante foi a dos cartões na qual proporcionou um networking, gerou também uma ansiedade de coleção estilo álbum de figurinhas e só quem tivesse todos, poderia participar do sorteio. Parabéns ao pessoal da Try.
Sem dúvida isso foi o que mais surpreendeu a todos, foi exposto as visões acadêmicas e profissionais (teoria vs. prática). Realmente uma combinação perfeita.
O Público foi ao delírio com as palestras do Cassiano que foi muito corajoso em enfrentar todos com sua opinião a respeito de Arquiteutra, da Lêda que é deficiente visual e arrebentou na palestra sobre acessibilidade(tudo bem que não assiti, mas confio nos meus amigos) e com a coreográfia da palestra do Fred do Usabilidoido, a palestra também foi ótima.
Tivemos também a participação da Agência Click com a apresentação das meninas Juliana e Sílvia que mostrou o que a inteligência de algumas áreas trabalhando em conjunto pode fazer para um site vender mais, a que teve mais aplicação na prática dos conceitos de usabilidade e AI foi da Márcia Maia que trouxe o case do Globoesporte.com.
Representantes de Instituições Públicas também participaram, que foi o caso do IBGE que teve Agner apresentando um teste de Usabilidade do site institucional.
Todas as apresentações e artigos estão disponíveis neste link: http://www.encontroai.org
Isso mesmo, 2 dias inteiros de palestras boas, cada uma melhor que a outra, mas não teve jeito, ninguém conseguiu definir o que realmente é Arquitetura de Informação, o que não faltou foi discussão sobre o tema.
Além do Henrique Revolução Etc Costa Pereira que parece o Vocalista do Fala Mansa (by: Nandico) tinha o sobre nome mais difícil que o Gustavo Gawryszewski, o filho do Che Guevara trouxe junto a Alessandra Mazzariolli, Webwriter da Webroom, articulista do Webinsider e futura AI (fera a menina). No sábado a Paola fez sua despedida em terras paulistas, claro que ela veio apenas para o Happy Hour.
Então vamos agredecer ao Guilhermo que ainda não tem o feed e também não trocou o template dos slide
. Carol Leslie que conseguiu os patrocínios da Try e da MapaDigital, além da Jump que organizou o evento.

Alessandra, Paola, Mileni (briguenta.. rs), (o de azul não conta, mas é um o cara é bonito e humilde) e o Henrique Revolução Etc Costa Pereira
Conheça a história de sucesso de um dos melhores softwares produzido para animação e que sem duvida revolucionou a mídia para web.
Parte 1
Parte 2
Lembrando que não tenho nada contra o flash, apenas acho ele fraco para acessibilidade.
Direção e Roteiro- Tom Carvalho
Narração- Adriana Spenner