Viajando na Navegao
Thursday, August 7th, 2008Projeto Aurora
A Adaptive Path est desenvolvendo um projeto com uma nova maneira de navegao, denomidado de Aurora
A Adaptive Path est desenvolvendo um projeto com uma nova maneira de navegao, denomidado de Aurora
…Como diria Marta Suplicy. Lembra daquelas bolinhas de plásticos que você ficava apertando e pequeno barulho e com isso você também iria liberando o pequeno stress?
Shiatsu é uma técnica japonesa de relaxamento que significa pressão com os dedos. Apertando o cartaz com a ponta dos dedos as bolhas estouram, fazendo o barulho característico das costas “estalando”. O cartaz possui duas camadas de plástico-bolha atrás dele.

Agência: Quê Comunicação (RJ)
Cliente: Kofukan Centro de Terapia
Antes de mostrar o site, você precisa de uma simples Webcam e das suas mãos.
Quando fiz o teste no site também não acreditei muito e chega a ser estranho você usar a mão para navegar, quem olha, pensa que você é um louco ou está fazendo teste para ser Padre.
Site: http://www.hrp.com
Hoje tive uma notícia muito boa pelo blog da Carol Leslie, que praticamente começaram as inscrições para o EBAI, para quem foi no ano passado sabe que vale muito cada centavo gasto. São apresentações de alto nível sobre Arquitetura de Informação, Design de Interação, Usabilidade e Ergonomia.
A 2º edição do EBAI vai acontecer nos dias 17 e 18 de outubro em São Paulo e já está aberta a Chamada de Trabalhos.
Reserve a data!
Esse ano teremos novamente a Jump Education na realização do EBAI e o apoio científico do Núcleo de Design de Sistemas Virtuais Centrados no Usuário da ECA/USP.
A Chamada de Trabalhos (Call for Papers) já está aberta. Você pode enviar seu trabalho até 13/07.
- Qual a sua profissão mesmo? E o que faz um Arquiteto de Informação?
Pensando nisso, Sílvia Melo, ex-companheira de trabalho e Arquiteta de Informação da Agência Click, resolveu criar um concurso cultural para saber como seria a sua resposta quando isso acontecer. Pra mim foi uma excelente idéia, parabéns para os Clickeiros.
Realmente parece ser fácil responder essa questão, mas não é tão simples assim, já começa pelo simples fato deles acharem que trabalhamos com computador, informática, quando na verdade o foco é comunicação.
Como disse neste post (EBA! EBA! O EBAI foi excelente) durante a primeira conferência de Arquitetura de Informação no Brasil onde tinha Arquitetos de alto nível e mesmo assim não conseguimos definir qual seria a definição de Arquitetura de Informação.
Estava inspirado no dia e respondi o texto abaixo, mas lendo depois, ficou muito grande.
Depende muito de o interlocutor ter uma noção de Internet, com isso explicaria de duas maneiras diferentes de acordo com a pessoa:
»SEM NOÇÃO DO QUE É INTERNET (ex.: minha vó):
- Sou Arquiteto de Informação vó, vou te explicar de outra maneira o que faço e a senhora vai entender.
- Hoje, por exemplo, podemos dizer que a Arquitetura do Natal está ótima.
- Temos os usuários, público-alvo que é a nossa família e amigos próximos, talvez este momento não fosse muito adequado para judeus que não comemoram o Natal.
- Temos um conteúdo, que são os presentes, árvore, músicas natalinas, pisca-pisca, comidas e bebidas típicas.
- Por fim vó, não podemos esquecer do contexto que é Natal, nascimento de cristo, troca de presentes, Papai Noel, aquele espírito natalino. Seria muito estranho fazer uma festa de Natal no contexto de uma festa junina.
- Então Vó, eu faço isso, só que em um site para Internet.
»COM NOÇÃO DO QUE É INTERNET (ex.: meu primo):
- Junior, Eu sou Arquiteto de Informação, faço toda a inteligência de um site, organizo e classifico o conteúdo, faço uma navegação adequada rápida e precisa, rotulo algumas informações e crio uma busca eficiente e que tenha uma boa classificação. Tudo isso pensando sempre no Usuário, Contexto e Conteúdo.
- Porém, tenho algumas “pseudo-profissões”, alguns dizem que sou Advogado, afinal sempre sou o defensor do usuário em relação ao Site.
- Outros falam que sou Analista de TI, por ter que entender um pouco de tecnologia e suas possibilidades e restrições.
- Um dia me chamaram de Designer, afinal, crio interfaces e faço alguns “desenhos” para o Diretor de Arte fazer o projeto gráfico final.
- Na outra empresa onde trabalhava disseram que eu era Biblioteconomista com foco digital, afinal tinha que organizar tudo.
- Uma vez conversando com um Engenheiro, ele me disse que tinha a mesma profissão que ele, porém o alvo era o meio digital. Falou-me que minha profissão tinha que fazer “engrenar” conteúdo, usuário e cliente, assim como na engenharia.
- Já o Arquiteto Civil não concordou e disse que tudo que eu fazia era totalmente ligado a Arquitetura.
- Na agência já perguntaram se era Analista de Marketing ou Publicitário, afinal trabalho muito em conjunto com essa área.
- Quando fui trabalhar na agência, a redatora de conteúdo perguntou se era Jornalista, pois tinha que levar a informação para o usuário de maneira relevante.
- Já a diretor de TI perguntou se eu era Ergonomista, falou que teve essa matéria quando ele fez Ciência da Computação e tinha muita coisa de Usabilidade que eu fazia.
- Depois de tudo isso, fui procurar um Psicólogo e depois de muita conversa, ela pediu para eu descrever o que fazia. Expliquei e como resposta tive a seguinte frase: “Que bacana, então você também é um Psicólogo, vejo que você tem que entender muito de comportamentos dos usuários e ajuda-os a solucionar.”
- Então primo, eu faço tudo isso e mais um pouquinho, mas denominaram que sou Arquiteto de Informação.
(UFA, ACABOU =D)
O 1º Workshop de Arquitetura de Informação, Acessibilidade e Usabilidade (W.a².i.u) foi organizado pelo Alexandre Formagio da Agência Infinito Digital em conjunto com a Impacta para divulgar o curso de pós-graduação em Arquitetura de Informação.
Como sempre, a palestra da especialista em usabilidade, jogabilidade, marketeira e professora Amyres Fernandez foi ótima trazendo novidades de um futuro não distante do mundo de Design da Interação.
Realmente o Fred é doido em suas palestras e acaba interagindo muito com o público, apesar que ainda esperava mais, pareceu mais um apanhado rápido de informações sobre Design de Interação mais alguns vídeos.
A primeira palestra foi a do MAQ que é deficiente visual e falou como começou a trabalhar na área de informática e depois entrando no mundo da acessibilidade.
O Horácio detalhou mais sobre as oportunidades de se fazer não só um site acessível, mas qualquer interface digital.
Também uma das integrantes da AcessoDigital.net mostrou na prática como um cego interage com a internet (no caso foi um ppt, a net não funcionou)usando o software leitor de telas JAWS da Microsoft, lembrando que ela teve que reduzir 3 vezes a velocidade do som, o que para ela é normal, para o público conseguir entender e depois mostrou o vídeo que a Acesso criou sobre Acessibilidade.
Pra mim foi uma palestra um pouco básica para o ótimo profissional que é o Bruno, achei um pouco de substimou os participantes, ele deveria ter dado foco em acessibilidade para web e não em padrões para web.
Palestra ministrada pela Carol Leslie e a mineira Lu Cattoni (foto) foi uma abordagem da definição de AI que não conseguimos definir no EBAI (rs) mas elas trouxeram algumas definições bem bacanas, claro que eu e até elas são questionaveis. Falaram também da importancia, processos e mitos da AI em projetos Web.
Não podemos nem comparar os dois eventos, para mim um é complemento do outro, o EBAI era voltado para profissionais com conhecimentos mais sólidos em Arquitetura de Informação e o WAIU foi mais para quem está começando na
área.
Como em todos os eventos, encontrei figuras como Luciana Ribeiro da TV1.com, Tiago Ayer e Karen Fornari da Simples Consultoria, que desta vez manteve o mesmo visual =).
Um poster que foi traduzido por Felipe Ruiz Cavalcanti de Carvalho e Marcelo de Polli.
Precisa de Explicação?

Imagine um mundo onde tudo inverteu, onde os deficientes são a maioria e o mundo é feito para eles.
Entenderam agora a finalidade de fazer um site com prioridades de Acessibilidade?